11.7.14

To the Moon: conheça a história de amor entre Johnny e River


Como todos sabem, sou um PC gamer de carteirinha com direito a mais de 100 jogos no Steam — em que mais de 30 eu nem comecei a jogar ainda —, graças à diversas promoções que acontecem na própria plataforma de jogos. Além disso sou adepto dos Humble Bundles — para quem não conhece, são promoções que são vendidos pacotes com uns 10 jogos por um preço muito baixo (tipo US$ 7) para ajudar a caridade.

Com isso, venho lotando minha biblioteca de jogos, e recentemente tenho sido muito atraído por jogos indie. Jogos que são feitos de maneira totalmente independente e que por isso demandam uma mão de obra e amor pelo produto ainda maior por parte do desenvolvedor.

Na última promoção de verão do Steam, adquiri quatro jogos por R$ 17: Terraria, Don't Starve, N.P.P.D. Rush e To The Moon. Alguns são games indies já conhecidos pelo público e um completamente desconhecido do mundo inteiro, mas que tem uma temática alucinógena e estava por R$ 2 então... Porque não?

Então, resolvi começar a jogar To The Moon. Muitos amigos me diziam que era um jogo lindo, com uma história maravilhosa e que eu deveria jogar com um lenço do lado. Deveria ter escutado eles, afinal, nos últimos minutos do jogo, foi necessário e eu não tinha nenhum por perto.

Só a primeira parte da história...

A história começa simples e interessante: você controla dois cientistas que tem o trabalho interessante de realizar o último desejo das pessoas. Como? Elas entram nas memórias de cada um dos clientes para conhecer o histórico dela e os motivos desse desejo. Então, elas encontram a mesma pessoa na infância para alterar sua história. Parece confuso, né? Vou tentar explicar com o exemplo do jogo.

Logo no começo, os doutores Eva Rosalene e Neil Watts são contratados para realizar o último desejo de Johnny: ir para a Lua. Então, eles começam a explorar suas memórias para ver o motivo de querer fazer tal viagem espacial. Assim que descobrirem sua trajetória e o motivo da escolha, eles irão à sua infância para fazer com que ele tenha o desejo de ser um astronauta.


Porém, no caminho do conhecimento da vida de Johnny, os doutores se deparam com o amor da vida dele: River. Uma mulher que ele conheceu no colégio e que amou durante toda a sua vida. Ela tinha uma doença incurável e que fez ele fazer uma escolha terrível quando já era velho. O tratamento dela ou a realização do último desejo de River. Não vou falar mais para evitar possíveis spoilers e não estragar a graça de quem quiser jogar.

Por ser um jogo indie, não espere gráficos de última geração. To The Moon possui gráficos simples e quase 8 bits, com uma trilha sonora, que apesar de repetitiva, é muito atraente e gostosa de se ouvir. Como é dito no próprio jogo: "possui apenas duas notas que se repetem", mas é muito bom de se ouvir no repeat.

No final do jogo, lágrimas escorriam dos olhos — como todos os meus amigos haviam me alertado — e, agora, não vejo a hora de sair a segunda parte do jogo que já foi prometida. O pessoal da Freebird Games está de parabéns por criar um jogo tão bom como To The Moon. Se você quer saber: é uma obrigação jogar este game!


Vejam o trailer de To The Moon:




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